18 abril, 2010

Amélie



— Ela está apaixonada.
— Mas eu nem mesmo a conheço.
— Oh sim, você a conhece sim.
— E desde quando?
— Desde sempre Nino, desde sempre... Nos seus sonhos.

— Então, minha querida Amélie, você não tem ossos de vidro. Pode suportar os baques da vida. Se deixar passar essa chance, com o tempo seu coração ficará tão seco e quebradiço quanto meu esqueleto. Então, vá em frente, pelo amor de Deus. 

O Fabuloso Destino de Amélie Poulain (Jean-Pierre Jeunet, 2001)

Um comentário:

"Um sorriso que derreta satélites e corações gelados."